Gestão do chatbot é a chave para garantir a real eficácia do robô

Autor Inbot

Escrito por InBot
Redator(a) InBot


Os assistentes virtuais já compõem grande parte das empresas e muitas das que ainda não experimentaram as vantagens dessa tecnologia, têm planejado a melhor maneira de colocá-la em prática. Nesse cenário muito se fala em implantação, mas é fundamental que seja realizada uma gestão do chatbot para acompanhar o seu desenvolvimento. Sem isso, sua funcionalidade pode se perder com o tempo e o investimento não será mais produtivo. Atualmente, esse é um desafio para as empresas e o ideal é que a visão de gerenciamento ajude a potencializar os resultados e a criar novas oportunidades com os robôs. 

Os dados no relatório da consultoria Juniper Research apontam que a utilização de chatbots no segmento financeiro, varejo e saúde irá gerar uma redução de custos às empresas na ordem de US$ 11 bilhões por ano até 2023, mais do que os US$ 6 bilhões estimados em 2018. Isso explica porque, já em 2017, 75% das companhias mundiais planejavam inaugurar seu atendimento via bot ainda naquele ano. Isso mostra o quão promissor é o uso dos assistentes virtuais, mas também o quanto é necessária uma gestão do chatbot, visto que suas capacidades têm o potencial de serem constantemente atualizadas e adaptadas à realidade da empresa.

Dado o considerável investimento para a implantação de um chatbot, reforça-se ainda mais a preocupação que os responsáveis devem ter em garantir o bom funcionamento do sistema. A gestão do assistente virtual deve contar com a análise da resposta do robô ao que ele foi programado, bem como à aceitação do público de interesse. Independentemente se ele foi desenvolvido para auxílio na comunicação interna (entre colaboradores) ou externa (com os clientes), o reconhecimento do desejo do usuário e a resposta precisam estar em sintonia. A interpretação é um ponto em que muitos robôs podem falhar e por isso é extremamente importante esse acompanhamento.

A InBot, especialista na criação de assistentes virtuais, explica que a tecnologia que permite a interpretação da solicitação do usuário e oferece a melhor resposta é conhecida como PLN (Processamento de Linguagem Natural). Outra tecnologia complementar usada nesse processo é o Machine Learning (Aprendizado da Máquina), que a torna competente o suficiente para adquirir novos vocabulários, conforme as interações são realizadas. “Mesmo tendo bastante expansão no mercado, essa tecnologia ainda requer muito cuidado e a cada dia surgem novas maneiras de se pensar em sua implementação. Realizar a gestão do chatbot faz com que novas possibilidades possam ser agregadas, sempre pensando em resultados mais eficazes”, explica.

A empresa alerta ainda que, como esse mercado está em alta, empresas que se dizem especialistas têm tentado roubar o espaço das que são realmente idôneas e realizam um trabalho eficiente com Inteligência Artificial. “Esses golpes resultam em robôs que não são capazes de compreender a solicitação e acabam tornando a experiência do usuário frustrante e não diferenciada como deveria. Isso é muito preocupante em um mundo onde os empresários buscam aperfeiçoar os seus serviços a cada dia”, finaliza a InBot. O combate a esse tipo de coisa é realizar a gestão do chatbot, acompanhando todos os passos desde sua implementação.

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