Chatbots facilitam tarefas e reforçam os negócios em tempos de pandemia global

Autor Inbot

Escrito por InBot
Redator(a) InBot

Impacto do novo coronavírus mudou o mundo dos negócios e acelerou a transformação digital em busca de soluções

Em março, há nove meses, a Organização Mundial da Saúde decretou pandemia global de um novo coronavírus. De repente, em todo o mundo, as pessoas foram instadas a se protegerem, não saírem mais de casa a não ser para abastecimento e busca de remédios ou em casos de emergência. 

Lojas, bares, restaurantes, clubes, academias e escolas foram fechando, escritórios ficaram vazios, viagens se restringiram a “volta pra casa” e bilhões de pessoas só tinham os recursos da tecnologia para buscar respostas e tirar quase infinitas dúvidas sobre tudo que estava afetando a vida cotidiana, inclusive a cada vez mais ameaçadora Covid-19, doença que se espalhava rapidamente, lotava hospitais e levava um significativo percentual desses doentes à morte. 

 

Quase todos os brasileiros usam smartphones diariamente

Neste cenário assustador e incerto é que os chatbots ganharam relevância e foram apresentados como uma opção segura e eficiente para ajudar em todos os negócios. Se pelo menos 97% dos brasileiros (pesquisas anteriores à pandemia) usam seus smartphones diariamente, esses softwares inteligentes de comunicação, que simulam atendimento humano por meio de gerenciamento e troca de mensagens, realmente iriam se consagrar como a melhor solução para minimizar os problemas do isolamento social.

 

Atendimento 24 horas por dia, sete dias por semana

Em um primeiro momento, os bots mais acessados foram os de companhias áreas ou de turismo, na sua grande maioria para cancelar voos e viagens, mas logo foram crescendo aceleradamente as interações com os setores de saúde pública, financeiro e varejo em geral. Estava claro que era preciso atender milhões de pessoas quase que simultaneamente com rapidez e objetividade. 

Os hospitais passaram a responder perguntas, tirar dúvidas sobre o novo coronavírus e transmitir orientações sobre contágio, sintomas e momentos em que era necessário ter um atendimento médico presencial.

 

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) instalou uma operação interativa virtual onde os usuários podem ter variados tipos de informações e esclarecimentos sobre a crise sanitária global com base nas orientações e dados das comunicações oficiais do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, com a segurança de que ali ninguém está sendo vítima de fake news.

 

Delivery de alimentação e interação com home office

Outra área cujo volume de serviço cresceu de uma hora para outra e precisou de chatbots para atender os clientes com presteza foi a de alimentação delivery. Com bares e restaurantes fechados, e depois abertos com restrições de distanciamento social, os robôs de encomenda de comida, resposta sobre cardápio e acompanhamento de entregas em tempo real deram agilidade e eficácia a um serviço com demanda crescente e extremamente sensível no contato com o consumidor.

 

Por outro lado, as grandes organizações, que esvaziaram os escritórios e encaminharam seus colaboradores para o home office, também não tinham condições humanas de manter os contatos de rotina com eles. Foi através de chatbots que grande número de departamentos de Recursos Humanos, por exemplo, conseguiram continuar prestando seus “serviços internos” de consultas e agendamentos de licenças, férias, requisições variadas e avisos cotidianos sem comprometer o andamento normal das atividades produtivas de cada um.

 

Chatbot garante suporte para crescimento de vendas

 

Portas fechadas, isolamento social instalado, o varejo imediatamente migrou para o online com mais determinação do que nunca. Se, conforme o site Mobile Time, 85% dos brasileiros já faziam compras online em 2019, a automatização do atendimento ao consumidor passou a ser uma questão de sobrevivência, mesmo nas projeções de cenários pós-pandemia. E os chatbots inteligentes, então, foram se encarregando tanto de conquistar a simpatia e confiança dos clientes quanto de reduzir custos e alavancar os negócios.

Segundo a empresa de segurança digital Compre&Confie, foram feitas 24,5 milhões de compras online no mês de abril, um volume 98% maior do que em abril de 2019. E o E-commerce faturou nesse mês R$ 9,4 bilhões, um valor 81% maior do que o faturamento no mesmo período do ano passado.

 

E então, está convencido de que os chatbots são o caminho? Venha o mais rápido possível desenvolver o seu chatbot inteligente, seus negócios vão agradecer. Entre em contato conosco através do nosso site e descubra tudo que a InBot pode fazer pela sua empresa.

 

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